Na política, Jacques Bossuet desenvolveu a doutrina do “Direito Divino” na qual afirmava que qualquer governo formado legalmente, expressava a vontade de Deus, que sua autoridade é sagrada e que qualquer rebelião contra ela é criminosa. Destacou também que a responsabilidade do soberano é se comportar como a imagem de Deus e governar para os súditos como um bom pai e não ser afetado por seu poder. Em 1681, Bossuet foi nomeado bispo de Meaux, deixando a corte, mas continuou mantendo laços com o rei. Nessa época, pronunciou sua segunda série de orações fúnebres, entre elas, a da princesa Ana de Gonzague (1685) e a do príncipe de Condé (1687). Em 1688 publicou “História das Variações das Igrejas Protestantes”.
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